sexta-feira, 15 de abril de 2016

Grande Guerra, 1916 - O ano da viragem


Grande Guerra, 1916 - O ano da viragem


Evocações do Centenário da I Guerra Mundial - Manobras de Tancos Em 1914, e em resultado do empenho português em respeitar a aliança com o Reino Unido, foi decidido formar uma unidade para poder intervir na guerra, a Divisão Auxiliar, unidade que mesmo antes de estar formada, foi desmobilizada pelo governo anti intervencionista do General Pimenta de Castro. Após o derrube deste governo, em 14 de Maio de 1915, foram retomados os trabalhos no sentido de formar uma Divisão de Instrução, embrião do futuro Corpo Expedicionário Português, muito devido ao empenho do Partido Democrático e do seu chefe, Afonso Costa.
 Assim, a partir de finais de Abril de 1916, e graças ao esforço do Ministro da Guerra, Norton de Matos, 20.000 homens das unidades constituintes desta Divisão começaram a concentrar-se em Tancos, naquilo que ficou conhecido como “Manobras de Tancos”.
O efetivo ficou alojado em tendas, no que ficou conhecido como “Cidade de Paulona” – pau e lona. Ao longo de cerca de três meses, executaram-se exercícios táticos, de fogos e de organização do terreno, treino militar este que não foi isento de lacunas e insuficiências, e que viriam a tornar-se visíveis em operações. Porém, o esforço de concentração do efetivo foi tal que ficou conhecido como o “Milagre de Tancos”.
 Estes exercícios foram muito documentados pela imprensa da época e, para finalizar, foi feita uma grande revista em Montalvo, com a presença do Presidente da República, do Governo, do Corpo Diplomático e de outras individualidades, numa grande ação de propaganda do regime.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

MENSAGEM DO PROFESSOR


Como situar os acontecimentos no tempo?

Usando as datas, contadas na nossa civilização a partir do nascimento de Cristo.
Como situar os acontecimentos no espaço?
Recorrendo a mapas
A AVENTURA COMEÇA...
PARA QUE SERVE A HISTÓRIA?



QUESTIONÁRIO

 QUESTÕES:
 1. Estas atento nas aulas? Sim Não
 2. Participas nas aulas? Sim Não
 3. Costumas tirar apontamentos durante as aulas? Sim Não
 4. Costumas colocar dúvidas ao professor? Sim Não
 5. Fazes os trabalhos de casa? Sim Não
 6. Fazes pequenos resumos da matéria estudada? Sim Não
 7. Consultas outras obras que não só o manual escolar? Sim Não
 8. Estudas a ver televisão? Sim Não
 9. Costumas estudar apenas nas vésperas dos testes? Sim Não
 10. Antes da entrega dos testes revês todas as respostas? Sim Não
 11. Costumas decorar sem compreender? Sim Não 
12. Dormes pelo menos oito horas por dia? Sim Não
 13. Analisas, com cuidado, os textos, imagens ou gráficos do manual? Sim Não
 14. Relacionas os assuntos/temas que estudaste? Sim Não
 15. Sentes curiosidade em conhecer o passado? Sim Não
 Para saberes o resultado soma os pontos de acordo com a seguinte chave:
 1 ponto por cada resposta SIM
 Nas questões 8, 9 e 11, 1 ponto por cada resposta NÃO 
Resultados:
 Entre 0 a 5 - Não és bom estudante, deves rever os teus métodos de estudo para teres sucesso na disciplina e na escola em geral.
 Entre 6 e 10 - És um estudante razoável, poderias obter melhores resultados na disciplina se organizasses melhor o teu estudo.
 Entre 11 e 15 - És um bom estudante, tens metódos e hábitos de trabalho, bem como gosto pelo estudo da História.
ESTÁS DE PARABÉNS!

REGRAS ESSENCIAIS PARA APRENDER HISTÓRIA

Para se ter sucesso em qualquer disciplina é preciso estudar, ou mellhor, é preciso"saber estudar", é preciso adquirir o seu próprio método de estudo e de trabalho.
Aqui tens algumas sugestões que poderás aproveitar.
 NA SALA DE AULA não esquecer de....
1. Procura estar atento e participativo;
2. Pergunta ao professor aquilo que não percebeste no momento;
 3. Toma notas das ideias importantes, mesmo que de uma forma esquematizada.
EM CASA após a aula deves...
1. Ler os apontamentos da aula e completá-los com as informações do manual;
2. Elaborar esquemas ou resumos das ideias principais, que te ajudarão a compreender a matéria e a preparar testes de avaliação;
3. Resolver atividades, exercícios ou fichas de trabalho propostos pelo professor ou que se encontrem no caderno do aluno;
4. Tomar nota de todas as dúvidas para esclareceres com o teu professor ou consultando diversa bibliografia na biblioteca;
5. Consultar os motores de busca na internet (google por exemplo), aprofunda os teus conhecimentos ou traz novas informações para a aula. Assim pouparás tempo, aumentas os teus conhecimentos e terás sucesso na escola!

CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO DA PROVA

Todas as respostas são analisadas, considerando os seguintes aspectos:
-relevância relativamente à questão formulada no item;
 -forma como a fonte é explorada, sendo valorizada a interpretação e não a mera paráfase; 
-correção na transcrição de excertos das fontes e pertinência desses excertos como suporte de argumentos;
-mobilização de informação circunscrita ao assunto em análise; 
-domínio da terminologia específica da disciplina.

DICAS PARA A REALIZAÇÃO DO TESTE
1- LER. Deve perder tempo a ler o teste integralmente, nunca tente responder a questões sem primeiro perceber oque é que se pretende.
2- TEMPO. Reparta o tempo disponível pelo número de questões do teste, reservando um pouco mais para aquelas que considerar mais difíceis.
3- FÁCIL. Comece por responder às questões que considerar mais fáceis.
4- ESQUEMA. Nunca deixe a folha de rascunho em branco. Faça um esquema da resposta com os tópicos da pergunta.
5- ORDENADO. Uma boa maneira para evitar “andar em círculos”, repetindo a mesma ideia vezes sem conta é estruturar bem a resposta em três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. Escreva tudo.
6- BEBER AS FONTES (DOCUMENTOS). O esquema de resposta deverá incluir sempre as conclusões da analise dos documentos, contextualizar, temporal, e espacialmente, bem como os conceitos fundamentais.
7- ESCREVER. É preciso ir com calma. Atenção aos erros ortográficos. Tais como os nomes de líderes políticos tratados, conceitos e lugares corretos.
8- RELER. A leitura final do teste, antes de o entregar, deve ser feita pausadamente e com objetivo de detetar lacunas de informação e de melhorar a expressão escrita.

Módulo 9 — ALTERAÇÕES GEOESTRATÉGICAS, TENSÕES POLÍTICAS E TRANSFORMAÇÕES SOCIOCULTURAIS NO MUNDO ACTUAL

Módulo 9 — ALTERAÇÕES GEOESTRATÉGICAS, TENSÕES POLÍTICAS E TRANSFORMAÇÕES SOCIOCULTURAIS NO MUNDO ACTUAL
1. O fim do sistema internacional da Guerra Fria e a persistência da dicotomia Norte-Sul
1.1. O colapso do bloco soviético e a reorganização do mapa político da Europa de Leste. Os problemas da transição para a economia de mercado.
1.2. Os pólos do desenvolvimento económico
• Hegemonia dos Estados Unidos: supremacia militar, prosperidade económica, dinamismo científico e tecnológico.
• Consolidação da comunidade europeia; integração das novas democracias da Europa do Sul; a União Europeia e as difi culdades na constituição de uma Europa política.
• Afirmação do espaço económico da Ásia-Pacífico; a questão de Timor.
• Modernização e abertura da China à economia de mercado; a integração de Hong-Kong e de Macau.
1.3. Permanência de focos de tensão em regiões periféricas
• Degradação das condições de existência na África subsaariana; etnias e Estados.
• Descolagem contida e endividamento externo na América latina; ditaduras e movimentos de guerrilha; a expansão das democracias.
• Nacionalismo e confrontos políticos e religiosos no Médio Oriente e nos Balcãs.
2. A viragem para uma outra era
2.1. Mutações sociopolíticas e novo modelo económico
• O debate do Estado-Nação; a explosão das realidades étnicas; as questões transnacionais: migrações, segurança, ambiente.
• Afirmação do neoliberalismo e globalização da economia. Rarefacção da classe operária; declínio da militância política e do sindicalismo.
2.2. Dimensões da ciência e da cultura no contexto da globalização
• Primado da ciência e da inovação tecnológica; revolução da informação; ciência e desafios éticos; declínio das vanguardas e pós-modernismo.
• Dinamismos socioculturais: revivescência do fervor religioso e perda de autoridade das Igrejas; individualismo moral e novas formas de associativismo; hegemonia da cultura urbana.
3. Portugal no novo quadro internacional
• A integração europeia e as suas implicações. As relações com os países lusófonos e com a área iberoamericana.

Módulo 8 — PORTUGAL E O MUNDO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL AO INÍCIO DA DÉCADA DE 80 — OPÇÕES INTERNAS E CONTEXTO INTERNACIONAL

Módulo 8 — PORTUGAL E O MUNDO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL AO INÍCIO
DA DÉCADA DE 80 — OPÇÕES INTERNAS E CONTEXTO INTERNACIONAL
1. Nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico
1.1. A reconstrução do pós-guerra
• A definição de áreas de influência; a Organização das Nações Unidas; as novas regras da economia internacional. A primeira vaga de descolonizações.
1.2. O tempo da Guerra Fria — a consolidação de um mundo bipolar
• O mundo capitalista: a política de alianças liderada pelos EUA; a prosperidade económica e a sociedade de consumo; a afirmação do Estado-providência.
• O mundo comunista: o expansionismo soviético; opções e realizações da economia de direcção central.
• A escalada armamentista e o início da era espacial.
1.3. A afirmação de novas potências
• O rápido crescimento do Japão; o afastamento da China do bloco soviético; a ascensão da Europa.
• A política de não-alinhamento; a segunda vaga de descolonizações.
1.4. O termo da prosperidade económica: origens e efeitos.
2. Portugal do autoritarismo à democracia
2.1. Imobilismo político e crescimento económico do pós-guerra a 1974
• Estagnação do mundo rural; emigração. Surto industrial e urbano; fomento económico nas colónias.
• A radicalização das oposições e o sobressalto político de 1958; a questão colonial 
— soluções preconizadas, luta armada, isolamento internacional.
• A “primavera marcelista”: reformismo político não sustentado; o impacto da guerra colonial.
2.2. Da Revolução à estabilização da democracia
• O Movimento das Forças Armadas e a eclosão da Revolução.
• Desmantelamento das estruturas de suporte do Estado Novo; tensões político-ideológicas na sociedade e no interior do movimento revolucionário; política económica anti-monopolista e intervenção do Estado nos domínios económico e financeiro. A opção constitucional de 1976.
• O reconhecimento dos movimentos nacionalistas e o processo de descolonização
• A revisão constitucional de 1982 e o funcionamento das instituições democráticas.
2.3. O significado internacional da revolução portuguesa.
3. As transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século XX
• A importância dos pólos culturais anglo-americanos. A reflexão sobre a condição humana nas artes e nas letras. O progresso científico e a inovação tecnológica.
• A evolução dos media: os novos centros de produção cinematográfica; o impacto da TV e da música no quotidiano; a hegemonia de hábitos socioculturais norte-americanos.
• Alterações na estrutura social e nos comportamentos: a terciarização da sociedade; os anos 60 e a gestação de uma nova mentalidade — procura de novos referentes ideológicos, contestação juvenil, afirmação dos direitos da mulher.

Módulo 7 — CRISES, EMBATES IDEOLÓGICOS E MUTAÇÕES CULTURAIS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX

Módulo 7 — CRISES, EMBATES IDEOLÓGICOS E MUTAÇÕES CULTURAIS NA PRIMEIRA
METADE DO SÉCULO XX
1. As transformações das primeiras décadas do século XX
1.1. Um novo equilíbrio global
• A geografia política após a Primeira Guerra Mundial. A Sociedade das Nações.
• A difícil recuperação económica da Europa e a dependência em relação aos Estados Unidos.
1.2. A implantação do marxismo-leninismo na Rússia: a construção do modelo soviético.
1.3. A regressão do demoliberalismo
• O impacto do socialismo revolucionário; dificuldades económicas e radicalização dos
movimentos sociais; emergência de autoritarismos.
1.4. Mutações nos comportamentos e na cultura
• As transformações da vida urbana e a nova sociabilidade; a crise dos valores tradicionais; os movimentos feministas.
• A descrença no pensamento positivista e as novas concepções científicas.
• As vanguardas: rupturas com os cânones das artes e da literatura.
1.5. Portugal no primeiro pós-guerra
• As dificuldades económicas e a instabilidade política e social; a falência da 1.ª República.
• Tendências culturais: entre o naturalismo e as vanguardas.
2. O agudizar das tensões políticas e sociais a partir dos anos 30
2.1. A grande depressão e o seu impacto social.
2.2. As opções totalitárias
• Os fascismos, teoria e práticas: uma nova ordem nacionalista, antiliberal e anti-socialista; elites e enquadramento das massas; o culto da força e da violência e a negação dos direitos humanos; a autarcia como modelo económico.
• O estalinismo: planificação da economia, colectivização dos campos, burocratização do partido; repressão.
2.3. A resistência das democracias liberais
• O intervencionismo do Estado.
• Os governos de Frente Popular e a mobilização dos cidadãos.
2.4. A dimensão social e política da cultura
• A cultura de massas e o desejo de evasão; os grandes entretenimentos colectivos; os media,
veículo de modelos socioculturais.
• As preocupações sociais na literatura e na arte; o funcionalismo e o urbanismo.
• A cultura e o desporto ao serviço dos Estados.
2.5. Portugal: o Estado Novo
• O triunfo das forças conservadoras; a progressiva adopção do modelo fascista italiano nas instituições e no imaginário político.
• Uma economia submetida aos imperativos políticos: prioridade à estabilidade financeira; defesa da ruralidade; obras públicas e condicionamento industrial; a corporativização dos sindicatos. A política colonial.
• O projecto cultural do regime.
3. A degradação do ambiente internacional
• A irradiação do fascismo no mundo.
• As hesitações face à Guerra Civil de Espanha; a aliança contra o imperialismo do eixo nazi-fascista; a mundialização do conflito.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

ONU: ORGANIZAÇÃO NAÇÕES UNIDAS

“Decidimos criar, o mais rapidamente possível, juntamente com os nossos aliados, uma organização destinada a garantir a paz e a segurança entre as nações. Estamos firmemente convencidos de que se trata de uma questão vital para o Mundo, não apenas para evitar futuras agressões como também para prevenir, através de uma estreita e permanente colaboração entre todos os povos da Terra, as verdadeiras causas políticas, económicas e sociais da guerra (…) Concordámos também em convocar uma conferência que terá lugar no dia 25 de Abril de 1945 em S. Francisco, com o objectivo de preparar a Carta dessa organização.”

Declaração de Ialta, Fevereiro de 1945

1. Refere a importância da ONU no contexto das relações internacionais.

Ficha de Trabalho: 2ª GUERRA MUNDIAL

1. Lê, com atenção, os documentos A e B.

DOCUMENTO A
“O objectivo da política alemã é a defesa da comunidade racial alemã. Ela é formada por 85 milhões de pessoas que, embora vivendo em territórios diferentes, possuem fortes laços de união entre si. O futuro da Alemanha depende, portanto, da questão territorial. O equipamento do exército, da marinha de guerra e da aviação, tal como a formação do corpo de oficiais, encontram-se praticamente concluídos. O material e o armamento foram completamente modernizados. (…) Não podemos esperar muito mais tempo para agir.” 

Adolfo Hitler, Discurso de 5 de Novembro de 1937

 DOCUMENTO B
“Não temos tempo a perder. (…) Silenciosamente, abandonada à sua sorte, a Checoslováquia afunda-se na sombra. (…) É preciso que o nosso povo saiba a verdade. (…) É preciso que saiba que sofremos uma derrota sem fazermos a guerra. (…) E isto é apenas o começo, (…) a primeira etapa de um calvário que teremos de sofrer, a não ser que, por um supremo esforço nos decidamos a defender a liberdade”

 Winston Churchill, Discurso na Câmara dos Comuns. 5 de Outubro de 1938 (após a assinatura do Pacto de Munique)

 1.1. Explica o significado das seguintes expressões de Hitler e de Churchill, quanto aos respetivos projectos.
a) “ O futuro da Alemanha depende, portanto, da questão territorial” (doc. A);
b) “ Não podemos esperar muito mais tempo para agir.” (doc. A);
c) “Não temos tempo a perder.” (doc. B).
1.2. Explicita o sentido profético do discurso de Churchill: “E isto é apenas (…) a primeira etapa de um calvário”.

25 de abril de 1974.









sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Censura

“É particularmente objecto de vigilância da censura tudo quanto respeite:
a) À ideia da Pátria, à independência nacional e ao prestígio do País, bem como ao respeito devido à bandeira, ao hino nacional e aos outros símbolos da Pátria;
b) Às instituições republicanas, e à honra e consideração do Chefe do Estado, Presidente do Conselho, membros do Governo, parlamentares e magistrados;
c) À propaganda, incitamento e provocação à indisciplina social, à subversão violenta das instituições e dos princípios fundamentais da ordem social;
d) Ao incitamento à desobediência às normas legais e às autoridades;
e) Ao prestígio da Forças Armadas e a operações militares;
f) À divulgação de notícias e boatos destinados a perturbar a tranquilidade e ordem públicas ou a prejudicar o crédito público, ou que sejam susceptíveis dessa perturbação ou prejuízo;
8. É expressamente proibida a narração circunstanciada por qualquer forma gráfica de publicidade de casos de vadiagem, mendicidade, libertinagem e crime ou suicídio, cometidos por menores de 18 anos, bem como de julgamentos em que sejam réus.”

 Instruções sobre a Censura à Imprensa, 1933

 Fonte: “História de Portugal – A segunda república – de António Salazar ao Marcelismo” – volume 9 -, coordenação de José Hermano Saraiva

Organização do poder político na Constituição de 1933: E SALAZAR

       
 Salvador da Pátria 
Postal ilustrado de 1935
Organização do poder político na Constituição de 1933
Constituição de 1933











Exposição do Mundo Português (1940)

Este postal ilustrado de 1935, representando Salazar, como “Salvador da Pátria”, no corpo de D. Afonso Henriques, tem sido reproduzido nas últimas décadas em diversas publicações como exemplo da propaganda do Estado Novo. Num artigo académico recente afirma-se erradamente que a imagem foi cartaz da Exposição do Mundo Português (1940) e analisa-se o seu significado no pressuposto de tratar-se de uma peça da propaganda oficial.


Exposição do Mundo Português (1940)

   

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Módulo 7 – CRISES, EMBATES IDEOLÓGICOS E MUTAÇÕES CULTURAIS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX

Módulo 7 – CRISES, EMBATES IDEOLÓGICOS E MUTAÇÕES CULTURAIS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX
Orientação Geral:
O módulo 7 abrange um período de intervencionismo do Estado em todos os domínios da sociedade, devendo ser desenvolvido de acordo com a seguinte orientação:
- destacar a especificidade das ideologias em confronto e os processos de radicalização que ocorreram;
 - salientar as relações entre os aspectos económicos, políticos e ideológicos e as transformações socioculturais e de mentalidade que progressivamente se foram afirmando;
 - clarificar a evolução de Portugal no período em análise, destacando os condicionalismos internos e as marcas da influência de modelos externos.
Tempo previsto: 32 aulas, sendo de aprofundamento os pontos 1.1., 1.2., 1.4., 1.5., 2.2., 2.3. e 2.5., para os quais serão reservadas 25 aulas.
Conhecimentos do Ensino Básico considerados como suporte: A Primeira Guerra Mundial; A Revolução Soviética.
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Na sequência da actividade desenvolvida, relevam-se as seguintes aprendizagens:
 - **compreender o corte que se opera na mentalidade confiante e racionalista da sociedade burguesa de início do século XX, devido ao choque da Primeira Guerra Mundial, às crises subsequentes e à evolução técnica do mundo industrial;
- **reconhecer como principais vectores da mudança cultural, no limiar do século, a emergência do relativismo científico, a influência da psicanálise e a ruptura com os cânones clássicos da arte europeia;
- **compreender a expansão de regimes autoritários como reflexo do problema do enquadramento das massas na vida política, em países em que a democracia representativa não se consolidara;
 - **avaliar o impacto exercido pelo modelo soviético nos movimentos sociais e nas opções de política interna e externa dos Estados demoliberais;
- **relacionar os períodos de crise gerados pelo capitalismo liberal com a expansão de novas ideologias e com a inflexão intervencionista dos Estados democráticos;
- **caracterizar a ideologia fascista, distinguindo particularismos e influências mútuas;
- **compreender os condicionalismos internos e externos que, em Portugal, conduziram à falência do projecto político e social da 1ª República e que favoreceram a ascensão de forças conservadoras e a implantação de um regime autoritário;
- **reconhecer que, no Estado Novo, a defesa da estabilidade e da autarcia se apoiou na adopção de mecanismos repressivos e impediu a modernização económica e social do país; - distinguir cultura de elites e cultura de massas, avaliando o peso das massas nas transformações socioculturais e identificando formas de controlo do comportamento das mesmas.

 *Conceitos/**Aprendizagens estruturantes

Módulo 8 – PORTUGAL E O MUNDO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL AO INÍCIO DA DÉCADA DE 80 – OPÇÕES INTERNAS E CONTEXTO INTERNACIONAL

Módulo 8 – PORTUGAL E O MUNDO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL AO INÍCIO DA DÉCADA DE 80 – OPÇÕES INTERNAS E CONTEXTO INTERNACIONAL
Orientação Geral:
O módulo 8 estrutura-se em torno de dois eixos que requerem tipos de abordagem diferentes: analítica, sobre História de Portugal; sintética, sobre História Geral. Deve ser desenvolvido em função da seguinte orientação: - destacar a interacção entre a política interna e externa dos Estados, e o seu condicionamento por factores geoestratégicos;
 - realçar a profundidade da ruptura operada pela Revolução de Abril na sociedade portuguesa, bem como o seu impacto internacional;
- evidenciar as transformações socioculturais do terceiro quartel do século, quer ampliando tendências já desenhadas no período anterior, quer anunciando mudanças que se afirmarão a partir dos anos oitenta.
Tempo previsto: 32 aulas, sendo de aprofundamento os pontos 1.2., 2.1. e 2.2., para os quais serão reservadas 25 aulas.
Aprendizagens do Ensino Básico consideradas como suporte: A Segunda Guerra Mundial
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Na sequência da actividade desenvolvida, relevam-se as seguintes aprendizagens:
- **compreender que, após a 2ª Guerra Mundial, a vida internacional foi determinada pelo confronto entre as duas superpotências defensoras de ideologias e de modelos político-económicos antagónicos;
- **caracterizar as políticas económicas e sociais das democracias ocidentais, no 2º pós-guerra; - perspectivar as razões do crescimento económico do mundo ocidental, bem como as da recessão dos anos 70 e as respectivas implicações sociais;
- relacionar a aceleração dos movimentos independentistas com o direito internacional estabelecido após a Segunda Guerra Mundial e com a luta das superpotências no contexto da Guerra Fria;
- identificar os condicionalismos que concorreram para o enfraquecimento do bipolarismo na década de 70; - analisar a manutenção do regime do Estado Novo nos anos do pós-guerra no quadro internacional da Guerra Fria;
 - **relacionar a fragilidade da tentativa liberalizadora e de modernização económica do marcelismo com o anacronismo da sua solução para o problema colonial;
- **perspectivar o sucesso da Revolução de 74 no contexto da evolução interna do país e no quadro internacional;
 - **reconhecer a modernização da sociedade portuguesa nas décadas de 60 e 70, nos comportamentos demográficos, na modificação de estrutura da população activa e na relativa aproximação dos portugueses a padrões de comportamento europeus;
- **identificar na Constituição de 1976 e na Revisão de 1982 a evolução do projecto de sociedade para Portugal emergente da Revolução de Abril;
- caracterizar as transformações culturais e de mentalidade ocorridas no período em estudo, reconhecendo o impacto no quotidiano da inovação científica e tecnológica e da pressão dos media;
 - valorizar o empenhamento cívico e político, reconhecendo a importância do oposicionismo da sociedade civil na desagregação de regimes autoritários.

*Conceitos/**Aprendizagens estruturantes

Modulo 9 - ALTERAÇÕES GEOESTRATÉGICAS, TENSÕES POLÍTICAS E TRANSFORMAÇÕES SOCIOCULTURAIS NO MUNDO ACTUAL

Modulo 9 - ALTERAÇÕES GEOESTRATÉGICAS, TENSÕES POLÍTICAS E TRANSFORMAÇÕES SOCIOCULTURAIS NO MUNDO ACTUAL
Orientação Geral:
O módulo 9 centra-se no estudo da evolução ocorrida nas sociedades contemporâneas, na viragem do século XX para o século XXI, devendo ser desenvolvido de acordo com a seguinte orientação:
 - proporcionar uma visão do novo quadro internacional decorrente das transformações dos anos 80, evidenciando a diversidade de situações no mundo contemporâneo;
- destacar as alterações decorrentes da sociedade da informação e das novas perspectivas de globalização;
 - reflectir sobre a especificidade do percurso português no último quartel do século XX.
Tempo previsto: 26 aulas, sendo de aprofundamento os pontos 1.2., 2.1. e 3., para os quais serão reservadas 18 aulas.
Aprendizagens do Ensino Básico consideradas como suporte: As transformações do mundo contemporâneo.
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Na sequência da actividade desenvolvida, relevam-se as seguintes aprendizagens:
- compreender o impacto da desagregação do bloco soviético na evolução geopolítica internacional;
- **caracterizar pólos de desenvolvimento económico uniformizados pela economia de mercado e diferenciados pelas áreas culturais de pertença;
 - **analisar as dinâmicas de transformação da Europa, identificando a sua importância no sistema mundial e perspectivando nesse processo a situação de Portugal;
- **reconhecer a crise das sociedades do “Terceiro Mundo” e o papel da Guerra Fria e do seu desfecho na persistência de tensões pluriétnicas ou nacionalistas em regiões periféricas;
 - **analisar elementos definidores do tempo presente – fenómeno da massificação; hegemonia da cultura urbana; triunfo da electrónica; ideologia dos direitos humanos; consciência ecológica;
- **valorizar uma nova cidadania de envolvimento em causas universais de dimensão ética. *Conceitos/**Aprendizagens estruturantes

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Lavorare e combattere. Per la patria, per la vittoria

Manifesti della Repubblica Sociale Italiana
 (1943-1945)
(Illustrazione di Coscia, 1944)
Manifesto della Repubblica Sociale Italiana Lavorare e combattere per la patria, per la vittoria.
 Un militare armato ed un civile si stringono la mano dinanzi ad un'incudine e martello. (Illustrazione di Coscia, 1944)
Lavorare e combattere. Per la patria, per la vittoria
La Repubblica sociale italiana pose l’accento sui contenuti sociali del “nuovo” fascismo, in contrapposizione al “tradimento” compiuto dal Re (che ne aveva abbandonato la causa avallando prima le decisioni del Gran consiglio fascista del 25 luglio ‘43, consentendo poi all’armistizio dell’8 settembre 1943 e infine rifugiandosi nel sud Italia già liberato dagli anglo-americani).
A ciò si aggiunse il voltafaccia dei grandi gruppi industriali, anche loro progressivamente distaccatisi dal regime, fino a provocarne la caduta.
In questo manifesto viene esaltata l’importanza del lavoro, come “cemento” fondamentale per la nazione e per la vittoria militare; l’unione degli sforzi dell’operaio e del soldato mette in primo piano la necessità di produrre armi e munizioni per continuare a combattere. L’immagine costituisce uno specchio fedele della realtà di quel periodo: la riconversione industriale a scopi militari rappresentò infatti una costante di tutti gli apparati produttivi europei.

domingo, 10 de agosto de 2014

Portugal no novo quadro internacional

3. Portugal no novo quadro internacional 
- A integração europeia e as suas implicações. 
As relações com os países lusófonos e com a área iberoamericana. 

PALOP

‘’O país, confrontado com o fim do Império, sente que tem direito a que seja reconhecida a sua pertença às instituições europeias’' 

 (‘’História de Portugal’’, José Mattoso)



 - FEDER (Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional) que tem como objectivo apoiar as regiões menos desenvolvidas, aquelas que têm dificuldades de ordem estrutural e as que se encontram em reconversão económica. Deste modo, apostou no desenvolvimento de infraestruturas (telecomunicações e vias de comunicação), no apoio às empresas, na educação, formação e pesquisa - tudo isto para reduzir as desigualdades regionais entre os estados-membros;
 - FSE (Fundo Social Europeu) intervém no âmbito da estratégia europeia para o emprego (por exemplo, na qualificação da mão-de-obra);
 - FEOGA (Fundo Europeu de Orientação e Garantia Agrícola) está dividido em duas secções – a secção Orientação e a secção Garantia. No caso português destaca-se esta última que tem por fim contribuir para o desenvolvimento das zonas rurais menos desenvolvidas, tornando as suas estruturas de produção, transformação e comercialização (de produtos silvícolas e agrícolas) mais eficazes.
Conceitos:
₁ Acordo Geral de Tarifas e Comércio - Conjunto de acordos de comércio internacional que visam a abolição das taxas alfandegárias entre as nações que aderirem. O primeiro acordo do GATT foi estabelecido após a II Guerra Mundial (1939-45), em 1947, em Genebra, onde se situa a sua sede.
 ₂ Associação Europeia do Comércio Livre - Associação fundada em 1960 sob o signo do comércio, pretendendo, através deste meio, alcançar a prosperidade económica entre os membros signatários e a cooperação económica entre os países da Europa Ocidental.
 ₃ Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico – Organização fundada em 1947, pouco depois do fim da II Guerra Mundial, com o objectivo de gerir a ajuda americana à Europa, destruída pela guerra (ajuda concretizada no Plano Marshall, do mesmo ano). Ainda hoje existe e promove, entre os estados-membros, a identificação de problemas económicos e de cooperação a este nível, a sua discussão e análise e a criação de políticas comuns para os solucionar.
 ₄ Comunidade Económica Europeia – Teve origem na CECA (Comunidade Europeia do Carvão e do Aço) da qual fazia parte a Itália, a Bélgica, os Países Baixos, o Luxemburgo, a República Federal Alemã e a França e que foi criada através da assinatura do Tratado de Paris, em 1951. O sucesso desta organização originou a CEE, através do Tratado de Roma, assinado em 1957. O seu objectivo era a cooperação económica entre os estados-membros através das trocas comerciais, buscando a expansão económica. Procurando alargar as competências da Comunidade a outros domínios, assina-se o Tratado de Maastricht e a CEE passa a constituir a Comunidade Europeia. Actualmente denomina-se União Europeia, conta com 27 estados-membros e alguns países candidatos, promovendo políticas comuns em variadas áreas, como a cultura, a economia, a sociedade, a educação, entre outras.
 ₅ Fundo de Coesão – tem como objectivo reforçar a coesão económica e social entre os estados-membros, financiando, de modo equilibrado, ‘’projectos (…) técnica e financeiramente independentes e grupos de projectos que formem um conjunto coerente, no domínio do ambiente e no das redes transeuropeias de infraestruturas de transportes’’ (site da União Europeia – europa.eu).
 ₆ Défice das finanças públicas - Corresponde à diferença entre as despesas das Administrações Públicas e as suas receitas, em relação ao total do PIB (Produto Interno Bruto). Um défice com sinal positivo corresponde a um saldo negativo, isto é, há mais despesas do que receitas e vice-versa.
 ₇Inflação - Numa economia de mercado (como a da CEE/EU), os preços dos bens e dos serviços estão sempre sujeitos a alterações: uns sobem, outros descem. A inflação verifica-se quando há um aumento geral dos preços dos bens e dos serviços (e não quando somente os preços de determinados artigos sobem). Assim, com a mesma quantia compra-se menos. Neste caso, um euro vale menos do que anteriormente.
 ₈ Sistema Monetário Europeu – Criado pela CEE em 1979, é um sistema de câmbios controlado que surgiu por causa do (então recente) abandono do sistema divisas-ouro dos EUA e o início da flexibilidade de câmbio que surgiu como sua consequência. Surgiu com o objectivo de estabelecer relações de câmbio mais estáveis entre as diferentes moedas europeias e aproximar os estádios de desenvolvimento económico dos estados-membros.
 ₉ Comissão Europeia - É composta por vinte e sete comissários (um de cada país membro) que são responsáveis pela direcção política da União Europeia durante cinco anos (período de tempo que dura o seu mandato) e pelo Presidente da Comissão que define quais as funções de cada comissário, atribuindo-lhe áreas políticas específicas. As suas funções prendem-se com: propor nova legislação ao Parlamento e ao Conselho, gerir o orçamento e os fundos da EU, representar a União Europeia a nível internacional (por exemplo, assinando acordos com países exteriores à UE) e, por fim, garantir o cumprimento da legislação da UE, função que desempenha em conjunto com o Tribunal de Justiça.

A viragem para uma outra era

2. A viragem para uma outra era
 2.1. Mutações sociopolíticas e novo modelo económico 
- O debate do Estado-Nação; a explosão das realidades étnicas; as questões transnacionais: migrações, segurança, ambiente. 
- Afirmação do neo-liberalismo e globalização da economia. 
Rarefacção da classe operária; declínio da militância política e do sindicalismo. 
2.2. Dimensões da ciência e da cultura no contexto da globalização
- Primado da ciência e da inovação tecnológica; revolução da informação; ciência e desafios éticos; declínio das vanguardas e pós-modernismo.
 - Dinamismos socioculturais: revivescência do fervor religioso e perda de autoridade das Igrejas; individualismo moral e novas formas de associativismo; hegemonia da cultura urbana.

Interculturalidade Ambientalismo Globalização Neo-liberalismo Biotecnologia Pós-modernismo
A crise do Estado-Nação

ALTERAÇÕES GEOESTRATÉGICAS, TENSÕES POLÍTICAS E TRANSFORMAÇÕES SOCIOCULTURAIS NO MUNDO ACTUAL

1. O fim do sistema internacional da Guerra Fria e a persistência da dicotomia Norte-Sul
1.1. O colapso do bloco soviético e a reorganização do mapa político da Europa de Leste.
Os problemas da transição para a economia de mercado
1.2. Os pólos do desenvolvimento económico 
- Hegemonia dos Estados Unidos: supremacia militar, prosperidade económica, dinamismo científico e tecnológico.
 - Consolidação da comunidade europeia; integração das novas democracias da Europa do Sul; a UE e as dificuldades na constituição de uma Europa política.
 - Afirmação do espaço económico da Ásia-Pacífico; a questão de Timor. 
- Modernização e abertura da China à economia de mercado; a integração de Hong Kong e de Macau. 
1.3. Permanência de focos de tensão em regiões periféricas
- Degradação das condições de existência na África subsaariana; etnias e Estados.
- Descolagem contida e endividamento externo na América latina; ditaduras e movimentos de guerrilha; a expansão das democracias.
 - Nacionalismo e confrontos políticos e religiosos no Médio Oriente e nos Balcãs.

Perestroika Cidadania europeia Tribalismo Sionismo Fundamentalismo

As transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século XX

3. As transformações sociais e culturais do terceiro quartel do século XX
- A importância dos pólos culturais anglo-americanos.
A reflexão sobre a condição humana nas artes e nas letras.
O progresso científico e a inovação tecnológica. - A evolução dos media: os novos centros de produção cinematográfica; o impacto da TV e da música no quotidiano; a hegemonia de hábitos socioculturais norte-americanos.
 - Alterações na estrutura social e nos comportamentos: a terciarização da sociedade; os anos 60 e a gestação de uma nova mentalidade
- procura de novos referentes ideológicos, contestação juvenil, afirmação dos direitos da mulher.

Expressionismo abstracto Pop art Arte conceptual Existencialismo Ecumenismo Ecologia Movimento pacifista Contracultura

Portugal do autoritarismo à democracia

2. Portugal do autoritarismo à democracia
2.1. Imobilismo político e crescimento económico do pós- -guerra a 1974 
- Estagnação do mundo rural; emigração. 
Surto industrial e urbano; fomento económico nas colónias. 
- A radicalização das oposições e o sobressalto político de 1958; a questão colonial - soluções preconizadas, luta armada, isolamento internacional. 
- A “primavera marcelista”: reformismo político não sustentado; o impacto da guerra colonial. 
2.2. Da Revolução à estabilização da democracia 
- O Movimento das Forças Armadas e a eclosão da Revolução.
 - Desmantelamento das estruturas de suporte do Estado Novo; tensões político-ideológicas na sociedade e no interior do movimento revolucionário; política económica anti-monopolista e intervenção do Estado nos domínios económico e financeiro. 
A opção constitucional de 1976.
 - O reconhecimento dos movimentos nacionalistas e o processo de descolonização. 
- A revisão constitucional de 1982 e o funcionamento das instituições democráticas. 
2.3. O significado internacional da revolução portuguesa.

Oposição democrática* Poder popular* Nacionalização* Reforma agrária*

1974: 25 de Abril

PORTUGAL E O MUNDO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL AO INÍCIO DA DÉCADA DE 80 – OPÇÕES INTERNAS E CONTEXTO INTERNACIONAL

1. Nascimento e afirmação de um novo quadro geopolítico
1.1. A reconstrução do pós-guerra
- A definição de áreas de influência; a Organização das Nações Unidas; as novas regras da economia internacional.
A primeira vaga de descolonizações.
1.2. O tempo da Guerra Fria - a consolidação de um mundo Bipolar - O mundo capitalista: a política de alianças liderada pelos EUA; a prosperidade económica e a sociedade de consumo; a afirmação do Estado-providência. - O mundo comunista: o expansionismo soviético; opções e realizações da economia de direcção central. - A escalada armamentista e o início da era espacial. 
1.3. A afirmação de novas potências
- O rápido crescimento do Japão; o afastamento da China do bloco soviético; a ascensão da Europa.
- A política de não-alinhamento; a segunda vaga de descolonizações.
1.4. O termo da prosperidade económica: origens e efeitos.




Guerra Fria
Descolonização* Guerra Fria* Social-democracia* Democracia
Guerra Fria
Guerra Fria
cristã* Sociedade de consumo Democracia popular Maoísmo Movimento nacionalista Terceiro Mundo Neocolonialismo
Guerra Fria
Guerra Fria
Guerra Fria