domingo, 10 de agosto de 2014

A degradação do ambiente internacional

3. A degradação do ambiente internacional
- A irradiação do fascismo no mundo.
- As hesitações face à Guerra Civil de Espanha; a aliança contra o imperialismo do eixo nazi-fascista; a mundialização do conflito.

O agudizar das tensões políticas e sociais a partir dos anos 30

2. O agudizar das tensões políticas e sociais a partir dos anos 30
2.1. A grande depressão e o seu impacto social
2.2. As opções totalitárias 
- Os fascismos, teoria e práticas: uma nova ordem nacionalista, anti-liberal e anti-socialista; elites e enquadramento das massas; o culto da força e da violência e a negação dos direitos humanos; a autarcia como modelo económico. 
- O estalinismo: planificação da economia, colectivização dos campos, burocratização do partido; repressão. 
2.3. A resistência das democracias liberais
 - O intervencionismo do Estado. 
- Os governos de Frente Popular e a mobilização dos cidadãos. 
2.4. A dimensão social e política da cultura
- A cultura de massas e o desejo de evasão; os grandes entretenimentos colectivos; os media, veículo de modelos socioculturais.
 - As preocupações sociais na literatura e na arte; o funcionalismo e o urbanismo.
- A cultura e o desporto ao serviço dos Estados.
2.5. Portugal: o Estado Novo 
- O triunfo das forças conservadoras; a progressiva adopção do modelo fascista italiano nas instituições e no imaginário político. 
- Uma economia submetida aos imperativos políticos: prioridade à estabilidade financeira; defesa da ruralidade; obras públicas e condicionamento industrial; a corporativização dos sindicatos.
 A política colonial. 
- O projecto cultural do regime. 

Craque bolsista Deflação Inflação
Totalitarismo* Fascismo* Nazismo* Corporativismo* Anti-semitismo Genocídio Propaganda Intervencionismo* New Deal
Cultura de massas Estandardização de comportamentos Media Funcionalismo Realismo socialista

As transformações das primeiras décadas do século XX

1. As transformações das primeiras décadas do século XX 
1.1. Um novo equilíbrio global 
- A geografia política após a Primeira Guerra Mundial. 
A Sociedade das Nações. 
- A difícil recuperação económica da Europa e a dependência em relação aos Estados Unidos. 
1.2. A implantação do marxismo-leninismo na Rússia: a construção do modelo soviético. 
1.3. A regressão do demoliberalismo
- O impacto do socialismo revolucionário; dificuldades económicas e radicalização dos movimentos sociais; emergência de autoritarismos.
1.4. Mutações nos comportamentos e na cultura
 - As transformações da vida urbana e a nova sociabilidade; a crise dos valores tradicionais; os movimentos feministas. 
- A descrença no pensamento positivista e as novas concepções científicas. 
- As vanguardas: rupturas com os cânones das artes e da literatura. 
1.5. Portugal no primeiro pós-guerra
 - As dificuldades económicas e a instabilidade política e social; a falência da 1ª República.
 - Tendências culturais: entre o naturalismo e as vanguardas. 

Soviete Ditadura do proletariado Centralismo democrático Comunismo Marxismo-leninismo*
Anomia social Feminismo Relativismo Psicanálise Modernismo* Vanguarda cultural* Expressionismo Fauvismo Cubismo Abstraccionismo Futurismo Dadaísmo Surrealismo

As transformações do regime político (1890-1926): os problemas da sociedade portuguesa na viragem do século e a contestação da monarquia; a solução republicana e parlamentar -
a Primeira República.
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Rei D.Carlos em 1906
 O Rei D.Carlos em 1906: caricatura de Augusto Canduro em que o Rei é visto como um albergue que protege as diversas forças políticas que caracterizam o Regime Político em Constante Rotatividade Partidária durante a segunda metade do século XIX e nas vésperas da implantação da República. Observa a capa do rei que "guarda todas essas forças"
A Crise da Monarquia
 1. A crise do Rotativismo: modelo político de alternância, no poder, entre dois partidos (Progressista e Regenerador) que caracteriza a estabilidade da segunda metade do séc. XIX, encontra-se esgotado, face à falta de resposta para a os principais problemas do país. Nos finais do século XIX, a incapacidade do rei pôr cobro Às constantes disputas políticas constituiu um dos principais factores para a descredibilização da Monarquia junto dos cidadãos.
2. A “Questão do Ultimato Inglês”: em tempos de nacionalismo imperialista, opuseram-se dois projectos de ocupação em África: o ingês, que pretendia unir os territórios africanos numa faixa do Cairo ao Cabo, e o “Mapa Cor-de-Rosa” português, proposta pela sociedade de Geografia de Lisboa (1881) de ocupar os territórios entre Angola e Moçambique.
A Inglaterra dirigiu um ultimato a Portugal advertindo, no caso do não cumprimento das ambições inglesas por Portugal, o uso da força.
O governo português cedeu contribuindo para uma quebra no orgulho nacional e propagandeou-se na opinião pública portuguesa a ideia de que a Monarquia não conseguia defender os interesses nacionais. Deste incidente, os republicanos (já desde o Liberalismo em expansão em Portugal) fazem nascer o Hino Patriótico “A Portuguesa” que, na sua verão original exortava os portugueses “contra os bretões, marchar, marchar”!
3. A Crise Económica: a década de 1880-90 foi marcada pela crise económica aguda (dependência de matérias primas, capitais privados estrangeiros, descontrolo da dívida externa).
No final do século XIX, apesar do surto industrial e do proteccionismo, os problemas sociais e económicos mantinham-se (falta de investimento público na produção, atraso agrícola, dependência externa e emigração de população portuguesa em massa para o Brasil).
Na primeira década do século XX, irregularidades financeiras, corrupção e favorecimentos em prol da Alta Burguesia e Família Real, levaram ao agravamento do descontentamento.
4. Difusão da ideologia republicana: o Partido Republicano funda-se em Portugal em 1876.
Rapidamente as classes médias aderem, vítimas da crise económica e descrentes da política.
O dia 10 de Junho (comemoração da morte de Camões) passa a ser aproveitado pelos Republicanos para manifestarem a sua desconfiança face à possível desagregação da Nação e da Independência.
5. Revoltas com vista a mostrar o descontentamento face à Monarquia (31 de Janeiro de 1891, no Porto, face ao Ultimato)
6. A Ditadura de João Franco: em 1907, o Rei D.Carlos dissolveu o Parlamento, permitindo ao ministro João Franco governar em plenos poderes. Esta “ditadura” apenas veio agravar os sentimentos anti-monárquicos.
7. O Regicídio: a morte de D.Carlos e do Príncipe herdeiro D.Luis, em Fevereiro de 1908, surtiu enorme golpe a favor do desgaste monárquico. D.Manuel II não teria mais condições para assumir o trono.
 Princípios do ideário republicano 
Preparada para ter início a 4 de Outubro de 1910, o movimento republicano conseguiu triunfar, apesar das constantes acções de confronto entre milícias pró-republicanas e tropas fiéis ao Estado terem tornado Lisboa num campo de batalha, a 5 de Outubro. Teófilo Braga, Eusébio Leão e Afonso Costa proclamam nesse dia, na varanda da Câmara Municipal de Lisboa, o fim da Monarquia e a implantação da República Portuguesa. 
Até às eleições, o poder seria entregue a um governo provisório liderado por Teófilo Braga.
 A Primeira República assentou sobre as seguintes ideias: 
 - Laicização total do Estado (separação total entre o Estado e a Igreja).
Porém, as medidas anti-clericais republicanas (expulsão dos jesuítas por Afonso Costa) foram a base do crescimento da contestação anti-republicana. Portugal era um país de tradições católicas profundas. - Abolição definitiva da Sociedade de Ordens - Defesa dos Direitos dos Trabalhadores (legalização dos sindicatos, greves e descanso semanal) -
Direito à instrução pública: grandes progressos, embora afastando os analfabetos da intervenção política Regime Político da Primeira República (1910-1926)
 A Assembleia Nacional Constituinte elaborou a Constituição de 1911 e elegeu o primeiro Presidente da República, Manuel de Arriaga.
As suas linhas de organização eram:
 - a superioridade do poder legislativo pois o Congresso da República (parlamento), constituído pela Câmara dos Deputados e pelo Senado (duas Câmaras), era dotado de amplos poderes, controlava o Governo e podia destituir o Presidente.
Isto explica a instabilidade e fraqueza da 1ª República. - o carácter meramente simbólico da figura do presidente da República, eleito pelo Congresso (parlamento) e não tinha direito ao direito de vetar as leis emanadas pelo órgão legislativo. - o sufrágio universal e directo para os maiores de 21 anos que soubessem ler e escrever ou que fossem chefes de família.

REVOLUÇÃO SOVIÉTICA


Vladimir Ilitch Lenin ou Lenine
Original mostra Lenine e Trotsky,
 frente ao Bolshoi em Moscovo
A História é pródiga em imagens adulteradas
Após o expurgo de Trotsky, 
a primeira versão seria retocada, 
o que eliminaria sua figura das fotografias.

sábado, 9 de agosto de 2014

NEOLIBERALISMO

O neoliberalismo surgiu a seguir à Segunda Guerra Mundial, tendo tido por base um texto da autoria de Friedrich Hayek (O Caminho da Servidão, 1944).
Neste documento, o autor critica a ausência de liberdade dos cidadãos quando existe um Estado providencial e de "bem-estar", que aniquilava também a concorrência e os seus aspetos positivos no desenvolvimento económico e social. Hayek demonstra mesmo a sua crença na desigualdade como um valor a ser preservado, no que ia contra a corrente geral do pensamento político da época.
O texto de Hayek, todavia, mergulhou num certo esquecimento durante quase três décadas. Além de Hayek, também Ludwig von Mises e Milton Friedman contribuíram para a base filosófica e económica do neo-liberalismo.
Assim, nos anos 70, a grave crise económica que se abateu sobre o mundo a partir de 1973, com origem no sistema económico "capitalista", que então se defrontava com baixas taxas de crescimento e elevadas taxas de inflação.
Esta crise do sistema capitalista ofereceu-se como o tempo ideal para o renascimento das ideias de F. Hayek. Assim, ganha corpo o ideário do neoliberalismo, que tem como ponto forte a diminuição do Estado (o "Estado mínimo"), promotor de liberdades individuais através da manutenção da lei e da ordem, fomentando a liberdade e competitividade de mercados.
A justiça social é algo que está na natureza dos próprios mercados e não deve ser promovida ou regulada pelo intervencionismo de Estado.
O mercado renova-se e reorganiza-se por si mesmo sempre que necessário, evitando o Estado.
Há, no neoliberalismo, um individualismo radical, em detrimento dos valores de solidariedade social promovidos pelo Estado.
O indivíduo tem neste sistema mais importância que o Estado, pois considera-se que quanto menor for a participação do Estado na economia, maior é o poder do indivíduo e mais rápido é o progresso e desenvolvimento da sociedade e logo dos cidadãos.
Para o neoliberalismo, de facto, a desigualdade social é encarada como natural e própria à liberdade humana, sendo aquela mesmo considerada justa, porque desejada: amenizá-las é que gera injustiça, sugerem os teóricos do neoliberalismo.
 Não deixa de haver a defesa de um Estado forte, mas na sua capacidade de controlar os capitais e em esvaziar o poder dos sindicatos, mas também um Estado poupado no que concerne a gastos sociais e a intervenções ou orientações de carácter económico.
 O estado só deverá intervir onde a iniciativa privada não demonstre interesse ou capacidade de investimento, como os setores da saúde ligados às classes mais empobrecidas da sociedade, assistência social a deficientes, idosos, desamparados ou excluídos, prisões, etc.
Interferência mínima do estado, não intervenção, mas nunca em cenários de política social, o que só deverá fazer eventual ou esporadicamente, quando não setorialmente.
 O Estado elimina assim a sua função económica e social, intervém apenas enquanto promotor de privatizações, na glorificação do mercado, no estímulo à máxima abertura ao exterior, no fomento das exportações e na atração de investimento estrangeiro, sempre regulado pelo mercado mundial. Este é o verdadeiro motor do desenvolvimento económico e social no mundo. Há ainda, como se depreende, uma supremacia do setor privado sobre o público.
Na essência, o Neoliberalismo valoriza as forças de mercado, fomenta a sociedade de consumo e estimula a competição económica à escala global.
 O neoliberalismo está profusamente ligado ao fenómeno da globalização, através das imposições económicas e financeiras dos países ricos aos países mais endividados, para ajustamento do comércio externo, supressão de desiquilíbrios financeiros, embora tudo isto acabe por gerar dependência económica dos países mais pobres face aos mais desenvolvidos e assimetrias no mundo que poderão nunca ser superadas.
Os modelos de desenvolvimento humano não são, portanto, compatíveis com África e a América Latina ou a Ásia, pois agudizou ainda mais o subdesenvolvimento e a penúria destas regiões, sendo apelidado por isso, muitas vezes, de "neo-colonialismo".
Os governos "mais" neoliberais da História podem ser considerados os de Margaret Thatcher (Reino Unido), Ronald Reagan (EUA) ou, segundo alguns analistas, o de Augusto Pinochet (Chile), o que faz conotar o neoliberalismo com regimes conservadores ou de carácter ditatorial.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Parecer sobre a prova de exame nacional de História A – 623- – 2ª fase – 2013/2014 –

Parecer sobre a prova de exame nacional de História A – 623
– 2ª fase – 2013/2014 –
- APH -
A prova de História A do Ensino Secundário da 2ª fase segue de perto a estrutura da  prova da 1ª fase, respeitando assim a Informação-Exame.
As questões incidem sobre os  conteúdos de aprofundamento dos módulos 4 e 6 do 11º e dos módulos 7 e 8 dos 12º anos, com maior peso para os conteúdos relativos ao 12º ano, sendo os documentos utilizados  adequados às questões colocadas.
Considera-se, no entanto, que os itens de seleção, sobretudo os de ordenação e de associação, podiam estar mais diretamente relacionados com a interpretação e análise das fontes apresentadas.
 Tal como na prova da 1ª fase os critérios de classificação estão bem estruturados, respeitando-se uma maior abrangência do leque de respostas, apesar de se continuar a considerar que nalguns itens de composição os tópicos propostos na resposta vão além da interpretação possível a partir das fontes.
A Associação de Professores de História
Lisboa, 21 de julho de 2014

quarta-feira, 23 de julho de 2014

PORTUGAL: DO ESTABELECIMENTO DA DEMOCRACIA À INTEGRAÇÃO EUROPEIA

Documento 1

A opção europeia – perspetiva de Álvaro Cunhal (1980) 

É uma visão idílica imaginar que o Mercado Comum é uma associação de países ricos filantrópicos prontos a «ajudar» os países mais atrasados.
[…] Os países do Mercado Comum defendem os seus interesses próprios e a esses interesses estão prontos a sacrificar os interesses dos outros países.
Quando defendem ou admitem o alargamento do Mercado Comum a Portugal, Espanha e Grécia, não é para ajudarem os países que estão fora, mas para que a entrada desses países sirva os interesses dos nove que já lá estão dentro.
[…] Procuram apresentar o Mercado Comum como uma zona de desenvolvimento, de progresso, de bem-estar e de pleno emprego. Em vez de desenvolvimento harmonioso, equilibrado e progressivo, acentua-se a desigualdade do desenvolvimento, a estagnação, a recessão em importantes sectores e a queda progressiva da taxa de desenvolvimento geral. […] Com os problemas existentes no Mercado Comum, a integração de Portugal faria pesar sobre o nosso país numerosos fatores da crise […].
O Mercado Comum procuraria fazer estagnar, submeter, absorver ou liquidar sectores da economia portuguesa concorrentes com os sectores em crise no Mercado Comum [...] e procuraria apropriar-se dos recursos portugueses. Uma tal associação em termos de desigualdade e sem reciprocidade de vantagens não interessa a Portugal. Por isso mesmo estamos contra.
[…] Nós, comunistas, não aceitamos que as decisões acerca dos problemas nacionais caibam ao imperialismo, caibam ao estrangeiro. Quanto mais se aprofunda o estudo e a análise, mais se fortalece a certeza de que a integração de Portugal […] representaria a […] restauração dos monopólios.

Documento 2

A opção europeia – perspetiva de Mário Soares (1985) 

Para Portugal, a adesão à CEE representa uma opção fundamental por um futuro de progresso e de modernidade. Mas não se pense que seja uma opção de facilidade.
Exige muito dos portugueses, embora lhes abra simultaneamente largas perspetivas de desenvolvimento.
Por outro lado, constitui a consequência natural do processo de democratização da sociedade portuguesa, iniciado com a Revolução dos Cravos, em 25 de Abril de 1974, e igualmente da descolonização que se lhe seguiu, feita com atraso de vinte anos em relação aos outros países europeus [...].
A tarefa primordial que nos ocupará a partir de agora será a de reduzirmos cada vez mais a distância que ainda nos separa dos países desenvolvidos da Europa, criando para os portugueses padrões de vida e de bem-estar verdadeiramente europeus.
[…] Principais beneficiários da integração europeia, os jovens terão agora de saber mobilizar-se para a grande tarefa nacional do desenvolvimento e da modernização, por forma a que Portugal venha a ser não só terra de liberdade, de convivência cívica e de tolerância, mas também um espaço de prosperidade, de desenvolvimento científico e tecnológico e de justiça social.
Honro-me de ter sido quem assinou, em nome do governo da República, o pedido de adesão de Portugal à CEE, em março de 1977.
[…] Nas mãos […] de todos os portugueses […] está o futuro de Portugal, para cuja construção não faltarão, a partir de agora, os estímulos e as ajudas necessárias. Não estamos mais isolados. A solidariedade europeia não nos faltará, como hoje aqui ficou comprovado com a presença de qualificados representantes de todos os Estados da Comunidade.

Cartazes:Plano Marshall

Cartaz alemão (1950)
Concurso promovido pelo Plano Marshall, 
com o tema Cooperação Intereuropeia
 ERP European Reunification Program
ERP: European Recovery Program, 


















Vítimas do campo de concentração de Auschwitz (1940-1945)

 Forno crematório, no campo de Auschwitz.
Ao lado, corpo de um prisioneiro
sendo colocado num desses fornos.
Fornos crematórios
Auschwitz
Campo de concentração
em Oswiecim, Polónia
Portão principal de Auschwitz I
 onde se lê a frase
 "Arbeit macht frei" ("O trabalho liberta").





Prisioneiros libertados pelos soviéticos em 
27 de janeiro de 1945.




Josef Mengele foi um médico alemão que se tornou
 conhecido por ter atuado durante o regime nazista. 
O apelido de Mengele era Beppo, mas ele era conhecido como 
Todesengel, "O Anjo da Morte", no campo de concentração à esquerda) 
é fotografado em Auschwitz em 1944. 
À sua direita estão Rudolf Hoess e Josef Kramer,
 os comandantes supremos dos campos de concentração de Auschwitz e Birkenau