HISTÓRIA 12 A: Curso Científico - Humanístico Línguas e Humanidades ------ Marc Bloch define a História como a “Ciência dos homens, no tempo” uma vez que estuda os homens, sua produção e suas relações sociais, políticas, económicas e culturais num determinado espaço e tempo.
quarta-feira, 23 de julho de 2014
«O sonho do “Chico”» – um conto infantil português, na obra O Canto da Mocidade (1938)
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| O canto da Mocidade, texto de Odette de Saint-Maurice, ilustrações de Mário Costa, Empresa Nacional de Publicidade, 1938 |
Ao longe, no cimo da ermidinha* singela, tocavam os sinos com suavidade… Chico, docemente, rezou a Ave- -Maria […].
[Anos mais tarde, já casado e com filhos, Francisco contava-lhes à hora da sesta:] – A seguir àquela noite em que eu dissera ao tio Manuel querer ir para o Brasil, do que ele me demoveu logo, pensei em vir para o Alentejo. […]
E fizeram-se estas coisas grandiosas! […] Arrotearam-se, lavraram-se os campos, deu-se trabalho a milhares de braços. […]
A terra, abençoada por Deus, retribui-nos em duplicado o que lhe entregamos […].
Acabara a sesta. O pessoal, alegre e bem-disposto, voltava para o trabalho. A esposa, acompanhada das crianças, regressou a casa. Francisco ergueu-se. Ia para a labuta também.
Vendo-o ir, a assobiar uma cançoneta, o tio Manuel murmurou: – Abençoado seja aquele que sonhou um dia este sonho divino… Abençoados todos aqueles que deram o seu esforço, por mais humilde, para que o Portugal de hoje seja um Portugal tão grande ou maior do que aquele que ensinou ao mundo que o mar não era um abismo…
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Capela
terça-feira, 22 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
12º ano:exame nacional de História A
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Preparação para o Exame Final Nacional 2015
- História A - 12.º Ano
de António Antão ; Revisão: Armando Malheiro da Silva
Código: 46971
Edição/reimpressão: 2015
Páginas: 432
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-01901-1
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SALGUEIRO MAIA
Foi precisamente no dia 4 de abril de 1992 que faleceu Salgueiro Maia, militar português e uma das figuras-chave do golpe de 25 de abril de 1974. A sua coluna de viaturas blindadas, vinda da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, cercou os ministérios do Terreiro do Paço e o quartel da Guarda Nacional Republicana, no Carmo, onde estava refugiado o Presidente do Conselho de Ministros, Marcello Caetano, que se lhe rendeu. Foi ele quem escoltou o ditador até ao avião que o levaria para o Brasil. Reconhecido o seu papel na história, Maia recusou as honrarias que o regime democrático lhe quis atribuir.
domingo, 20 de julho de 2014
CASAMENTO DE PROFESSORAS
No Estado Novo de Salazar, a partir de 1936, as professoras primárias que se quisessem casar tinham de pedir autorização ao ministro da Educação Nacional.
O Decreto-Lei,referido nesta minuta dos anos 50, dizia no seu artigo 9º:
"O casamento das professoras não poderá realizar-se sem autorização do Ministro da Educação Nacional, que só deverá concedê-la nos termos seguintes:
1º Ter o pretendente bom comportamento moral e civil;
2º Ter o pretendente vencimentos ou rendimentos, documentalmente comprovados, em harmonia com os vencimentos da professora."
Decreto-Lei n.º 49473
O artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 27279, de 24 de Novembro de 1936, faz depender o casamento das professoras do ensino primário de autorização do Ministro da Educação Nacional, autorização esta que só poderia ser concedida perante a prova de situação moral e económica compatível com o prestígio exigível para o exercício da função docente.
A experiência não aconselha a manutenção desta exigência legal, desde há muito convertida em formalidade burocrática que dificulta o casamento das professoras, sem, todavia, atingir os objectivos visados pela disposição.
Nestes termos:
Usando da faculdade conferida pela 1.ª parte do n.º 2.º do artigo 109.º da Constituição, o Governo decreta e eu promulgo, para valer como lei, o seguinte: Artigo único.
É revogado o artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 27279, de 24 de Novembro de 1936. Visto e aprovado em Conselho de Ministros. - Marcello Caetano - José Hermano Saraiva. Promulgado em 17 de Dezembro de 1969. Publique-se. Presidência da República, 27 de Dezembro de 1969.
- AMÉRICO DEUS RODRIGUES THOMAZ. professoras_autorizacao_casamento_nacional.pdf
A partir de 1936, durante o Estado Novo (Salazarismo) as professoras primárias que se quisessem casar tinham de pedir autorização ao ministro da Educação Nacional.
O Decreto-Lei,referido numa minuta dos anos 50, dizia no seu artigo 9º: “O casamento das professoras não poderá realizar-se sem autorização do Ministro da Educação Nacional, que só deverá concedê-la nos termos seguintes: O que tinha de ter o pretendente? bom comportamento moral e civil vencimentos ou rendimentos, documentalmente comprovados, em harmonia com os vencimentos da professora.”
"O casamento das professoras não poderá realizar-se sem autorização do Ministro da Educação Nacional, que só deverá concedê-la nos termos seguintes:
1º Ter o pretendente bom comportamento moral e civil;
2º Ter o pretendente vencimentos ou rendimentos, documentalmente comprovados, em harmonia com os vencimentos da professora."
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O artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 27279, de 24 de Novembro de 1936, faz depender o casamento das professoras do ensino primário de autorização do Ministro da Educação Nacional, autorização esta que só poderia ser concedida perante a prova de situação moral e económica compatível com o prestígio exigível para o exercício da função docente.
A experiência não aconselha a manutenção desta exigência legal, desde há muito convertida em formalidade burocrática que dificulta o casamento das professoras, sem, todavia, atingir os objectivos visados pela disposição.
Nestes termos:
Usando da faculdade conferida pela 1.ª parte do n.º 2.º do artigo 109.º da Constituição, o Governo decreta e eu promulgo, para valer como lei, o seguinte: Artigo único.
É revogado o artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 27279, de 24 de Novembro de 1936. Visto e aprovado em Conselho de Ministros. - Marcello Caetano - José Hermano Saraiva. Promulgado em 17 de Dezembro de 1969. Publique-se. Presidência da República, 27 de Dezembro de 1969.
- AMÉRICO DEUS RODRIGUES THOMAZ. professoras_autorizacao_casamento_nacional.pdf
A partir de 1936, durante o Estado Novo (Salazarismo) as professoras primárias que se quisessem casar tinham de pedir autorização ao ministro da Educação Nacional.
O Decreto-Lei,referido numa minuta dos anos 50, dizia no seu artigo 9º: “O casamento das professoras não poderá realizar-se sem autorização do Ministro da Educação Nacional, que só deverá concedê-la nos termos seguintes: O que tinha de ter o pretendente? bom comportamento moral e civil vencimentos ou rendimentos, documentalmente comprovados, em harmonia com os vencimentos da professora.”
sábado, 19 de julho de 2014
Comunicação da Junta de Salvação Nacional
Apresenta-se, de seguida, o vídeo RTP em que o general Spínola lê a comunicação da Junta de Salvação Nacional, em direto, pela Rádio Televisão Portuguesa – 26 de abril de 1974.
Centro de Documentação 25 de abril, Universidade de Coimbra
25 de Abril, evocação em romance
A propósito da comemoração dos 40 anos do 25 de Abril sugere-se Os Memoraveis a leitura do último romance “Os Memoráveis” (2014) de Lídia Jorge.Uma obra que a escritora diz não ser sobre o 25 de Abril, mas sobre “a passagem do tempo”.
Resumo: Em 2004, Ana Maria Machado, repórter portuguesa em Washington, é convidada a fazer um documentário sobre a Revolução de 1974, considerada pelo embaixador americano à época em Lisboa como um raro momento da História.
Aceitado o trabalho, regressa, contrata dois antigos colegas, e os três jovens visitam e entrevistam vários intervenientes e testemunhas do golpe de Estado, revisitando os mitos da Revolução.
Um percurso que permite surpreender o efeito da passagem do tempo não só sobre esses “heróis”, como também sobre a sociedade portuguesa, na sua grandeza e nas suas misérias. Transfiguradas, como se fossem figuras sobreviventes de um tempo já inalcançável, as personagens de Os Memoráveis tentam recriar o que foi a ilusão revolucionária, a desilusão de muitos dos participantes e o árduo caminho para uma Democracia.
Paralela a esta acção decorre uma outra, pessoal e íntima: a história do pai da protagonista, António Machado, que retrata em privado o destino que se abate sobre todos os outros. Todos vivem na Democracia, uma espécie de lugar de exílio. Mas um dia, todas as misérias serão esquecidas, quando se relatar o tempo dos memoráveis.
Humberto Delgado – o sobressalto político de 1958
Humberto Delgado (1906 – 1965) teve uma carreira militar brilhante. Foi aliciado para a conspiração contra a República a partir do núcleo de implicados no 18 de Abril, que estava preso em Elvas.
As simpatias de Delgado foram para o grupo mais forte e mais conservador dos conspiradores.
Em Maio de 1926, enquanto aluno-piloto em Sintra, conseguiu que a Escola Prática de Infantaria de Mafra aderisse ao 28 de Maio. Durante a ditadura Militar, Humberto Delgado foi um dos típicos jovens tenentes, que apoia o mais forte núcleo dos militares, disposto a todos os sacrifícios para não regressar à República. A grande viragem na vida de Delgado dá-se em fins de 1941, quando Santos Costa o chama para lhe entregar uma missão secreta em Inglaterra: recolher vários dados que permitam a construção de uma base aérea nos Açores. Descobre então que uma democracia pode ser eficiente. A partir de 1944 confirma esta ideia com os EUA, pois é nomeado director do Secretariado de Aeronáutica Civil, o que o leva frequentes vezes aos Estados Unidos. .
Em 1952, Delgado é aprovado com a classificação máxima de Alto-Comando para General. É então nomeado adido militar e do Ar em Washington e representante de Portugal da NATO.
Passa a viver nos Estados Unidos durante cinco anos.
Regressa a Lisboa em 1957, sendo já considerado politicamente perigoso, uma vez que as suas experiências na NATO e o facto de ter vivido nos EUA mudou o seu modo de pensar.
Aproxima-se pouco a pouco dos liberais e é convidado para se candidatar à Presidência. Aos olhos da população, Delgado surgiu como o homem que tinha o apoio dos EUA e de uma parte das Forças Armadas, ou seja, que tinha as condições necessárias para derrubar Salazar. A princípio teve grandes apoios, mas depois todos lhe foram negados. No entanto não tardou a ter o apoio oficial de todos os grupos da oposição. Surgiram grandes revoltas no Porto e em Lisboa.
Mas apesar do largo apoio da população, Delgado não conseguiu ganhar as eleições, dado que os resultados eleitorais foram manipulados em favor do regime.
Passadas as eleições, tornou-se um homem isolado e incómodo para praticamente todas as forças políticas que o apoiaram e também para os americanos.
O seu desprezo pela mentalidade e métodos portugueses impediu que criasse uma organização própria estável, enquanto a falta de um forte grupo liberal o obrigou a colaborar minimamente com o PCP.
O regime procurou inicialmente neutralizar o “general sem medo” de forma discreta. Humberto Delgado exilou-se no Brasil, tornando-se um homem amargurado e desiludido, não só com o regime, mas também com os militares, a oposição e a mentalidade portuguesa.
Após ter viajado por Argélia, Itália e França, foi assassinado às mãos do regime, perto de Badajoz.
As simpatias de Delgado foram para o grupo mais forte e mais conservador dos conspiradores.
Em Maio de 1926, enquanto aluno-piloto em Sintra, conseguiu que a Escola Prática de Infantaria de Mafra aderisse ao 28 de Maio. Durante a ditadura Militar, Humberto Delgado foi um dos típicos jovens tenentes, que apoia o mais forte núcleo dos militares, disposto a todos os sacrifícios para não regressar à República. A grande viragem na vida de Delgado dá-se em fins de 1941, quando Santos Costa o chama para lhe entregar uma missão secreta em Inglaterra: recolher vários dados que permitam a construção de uma base aérea nos Açores. Descobre então que uma democracia pode ser eficiente. A partir de 1944 confirma esta ideia com os EUA, pois é nomeado director do Secretariado de Aeronáutica Civil, o que o leva frequentes vezes aos Estados Unidos. .
Em 1952, Delgado é aprovado com a classificação máxima de Alto-Comando para General. É então nomeado adido militar e do Ar em Washington e representante de Portugal da NATO.
Passa a viver nos Estados Unidos durante cinco anos.
Regressa a Lisboa em 1957, sendo já considerado politicamente perigoso, uma vez que as suas experiências na NATO e o facto de ter vivido nos EUA mudou o seu modo de pensar.
Aproxima-se pouco a pouco dos liberais e é convidado para se candidatar à Presidência. Aos olhos da população, Delgado surgiu como o homem que tinha o apoio dos EUA e de uma parte das Forças Armadas, ou seja, que tinha as condições necessárias para derrubar Salazar. A princípio teve grandes apoios, mas depois todos lhe foram negados. No entanto não tardou a ter o apoio oficial de todos os grupos da oposição. Surgiram grandes revoltas no Porto e em Lisboa.
Mas apesar do largo apoio da população, Delgado não conseguiu ganhar as eleições, dado que os resultados eleitorais foram manipulados em favor do regime.
Passadas as eleições, tornou-se um homem isolado e incómodo para praticamente todas as forças políticas que o apoiaram e também para os americanos.
O seu desprezo pela mentalidade e métodos portugueses impediu que criasse uma organização própria estável, enquanto a falta de um forte grupo liberal o obrigou a colaborar minimamente com o PCP.
O regime procurou inicialmente neutralizar o “general sem medo” de forma discreta. Humberto Delgado exilou-se no Brasil, tornando-se um homem amargurado e desiludido, não só com o regime, mas também com os militares, a oposição e a mentalidade portuguesa.
Após ter viajado por Argélia, Itália e França, foi assassinado às mãos do regime, perto de Badajoz.
LIBERTAÇÃO DOS PRESOS POLÍTICOS
Depoimentos de vários presos políticos após a sua saída da prisão, reconhecem-se o Arq. Teotónio Pereira e Saldanha Sanches. (Vídeo cedido pelos Arquivos da RTP)
Depoimentos dos presos políticos Arq. Teotónio Pereira e Prof. José Manuel Tengarrinha. (Vídeos cedidos pelos Arquivos da RTP)
sexta-feira, 4 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Parecer sobre a prova de exame nacional de História A – 623 - 1ª FASE :2014
Parecer sobre a prova de exame nacional de História A – 623- 1ª FASE 2014
Os documentos utilizados na prova revelam-se adequados à interpretação e análise por parte dos alunos do ensino secundário, facilitando a produção de respostas que demonstrem a compreensão dos mesmos.
Os itens de seleção, que constituem a grande novidade desta prova, estão bem construídos e apresentam um grau de dificuldade adequado a este nível de ensino, o que é também extensível aos itens de composição.
A prova parece ser exequível no tempo previsto.
Os critérios de classificação estão bem estruturados, saudando-se a maior abrangência do leque de respostas, aspeto fundamental num programa tão extenso como o de História A.
Respeita-se, assim, uma maior mobilização de conteúdos por parte dos alunos na construção e fundamentação do seu discurso.
Saúda-se, ainda, que no item 1 do grupo II se tenha mantido este princípio de abertura do leque de respostas possíveis, desde que salvaguardada a sua correção.
Considera-se, no entanto, que nalguns itens de composição os tópicos propostos na resposta vão além da interpretação possível a partir das fontes.
Tal é o caso dos itens:
- 2 do grupo II quando se propõem como tópicos de resposta “abertura dos portos do Brasil…” ou “presença e domínio do exército britânico…”
- 1 do grupo III quando se propõe como tópico de resposta “apoio de sectores ligados à Igreja…”
- 3 do grupo IV quando se propõem no último tópico de referência ”Ameaças à paz no mundo pós-Guerra Fria” os seguintes tópicos de resposta: “proliferação de redes organizadas, à escala mundial, de tráficos ilegais…”; “ fenómenos terroristas em alguns Estados e territórios…”; “conflitos no seio de vários países, na sequência de migrações…” e “disputas relativas aos recursos naturais, escassos devido aos problemas ambientais)”.
Propõe-se ainda que no item de associação (item 3 do grupo III) se possam contemplar os critérios de classificação do exame de História da Cultura e das Artes, a saber, por 4 ou 5 associações corretas atribuem-se 10 valores, por 3 associações corretas 7 valores e por 2 associações corretas – 4 valores.
A Associação de Professores de História
Lisboa, 24 de junho de 2014
- APH -
A prova de História A do Ensino Secundário está organizada segundo a Informação-Exame, apresentando um conjunto equilibrado de grupos de questões, que seguem a orientação metodológica proposta, a saber, a progressiva construção do saber histórico. As questões incidem sobre os conteúdos de aprofundamento dos módulos 4 e 6 do 11º e dos módulos 7, 8 e 9 dos 12º anos, com maior peso para os conteúdos relativos ao 12º ano.Os documentos utilizados na prova revelam-se adequados à interpretação e análise por parte dos alunos do ensino secundário, facilitando a produção de respostas que demonstrem a compreensão dos mesmos.
Os itens de seleção, que constituem a grande novidade desta prova, estão bem construídos e apresentam um grau de dificuldade adequado a este nível de ensino, o que é também extensível aos itens de composição.
A prova parece ser exequível no tempo previsto.
Os critérios de classificação estão bem estruturados, saudando-se a maior abrangência do leque de respostas, aspeto fundamental num programa tão extenso como o de História A.
Respeita-se, assim, uma maior mobilização de conteúdos por parte dos alunos na construção e fundamentação do seu discurso.
Saúda-se, ainda, que no item 1 do grupo II se tenha mantido este princípio de abertura do leque de respostas possíveis, desde que salvaguardada a sua correção.
Considera-se, no entanto, que nalguns itens de composição os tópicos propostos na resposta vão além da interpretação possível a partir das fontes.
Tal é o caso dos itens:
- 2 do grupo II quando se propõem como tópicos de resposta “abertura dos portos do Brasil…” ou “presença e domínio do exército britânico…”
- 1 do grupo III quando se propõe como tópico de resposta “apoio de sectores ligados à Igreja…”
- 3 do grupo IV quando se propõem no último tópico de referência ”Ameaças à paz no mundo pós-Guerra Fria” os seguintes tópicos de resposta: “proliferação de redes organizadas, à escala mundial, de tráficos ilegais…”; “ fenómenos terroristas em alguns Estados e territórios…”; “conflitos no seio de vários países, na sequência de migrações…” e “disputas relativas aos recursos naturais, escassos devido aos problemas ambientais)”.
Propõe-se ainda que no item de associação (item 3 do grupo III) se possam contemplar os critérios de classificação do exame de História da Cultura e das Artes, a saber, por 4 ou 5 associações corretas atribuem-se 10 valores, por 3 associações corretas 7 valores e por 2 associações corretas – 4 valores.
A Associação de Professores de História
Lisboa, 24 de junho de 2014
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